
No Brasil, existem dois tipos de águia: a do jogo do bicho e a águia-pescadora, pertencente à Família das Pandionidae e também conhecida como como águia-pesqueira, águia-do-mar, guincho ou sangual.a águia-pescadora (Pandion haliaetus) vem do hemisfério Norte, periodicamente, nos visitar.
Essa historinha edificante não diz qual das águias, uma ave de rapina da Ordem dos Falconiformes, teria o suposto comportamento descrito: á águia-pescadora, que nos visita de vez em quando, a Aquila chrysaetos, a Aquila heliacasua ou a sua famosa prima Haliaeetus leucocephalus o símbolo dos Estados Unidos e também conhecida como águia careca (bald eagle).
É verdade que algumas águias vivem cerca de quarenta anos, é verdade que, depois de certa idade, elas não mais conseguem segurar as presas nem voar com a mesma desenvoltura. No entanto, esse processo de automutilação para o prolongamento da vida não existe, jamais foi constatado pelos ornitólogos.
A automutilação em animais ocorre em casos de doença e em situações de estresse principalmente quando mantidos em cativeiro. Não há registros dessa ocorrência fantasiosa fruto da imaginação fértil de algum denodado criador de parábolas exemplares.
Tudo não passa de uma fantasia grotesca, pois a automutilação em animais só aparece como condição patológica, como situações de estresse, doenças de pele, etc. A auto destruição não é uma situação normal em homens ou em animais, e de jeito nenhum pode ser tomada como símbolo de renovação. Quem diz uma bobagem dessas não entende nada de natureza nem de símbolos...
Numa das versões foi acrescentado um detalhe:
Para explicar de que jeito a ave sobrevive nos 150 dias de retiro, explica-se, candidamente, que "as outras aves do bando a alimentam, nesse período".
Isso é impossível: a águia é um animal solitário, não vive em bandos.
Mas que a Lenda é edificante, ah ! isso !
Essa historinha edificante não diz qual das águias, uma ave de rapina da Ordem dos Falconiformes, teria o suposto comportamento descrito: á águia-pescadora, que nos visita de vez em quando, a Aquila chrysaetos, a Aquila heliacasua ou a sua famosa prima Haliaeetus leucocephalus o símbolo dos Estados Unidos e também conhecida como águia careca (bald eagle).
É verdade que algumas águias vivem cerca de quarenta anos, é verdade que, depois de certa idade, elas não mais conseguem segurar as presas nem voar com a mesma desenvoltura. No entanto, esse processo de automutilação para o prolongamento da vida não existe, jamais foi constatado pelos ornitólogos.
A automutilação em animais ocorre em casos de doença e em situações de estresse principalmente quando mantidos em cativeiro. Não há registros dessa ocorrência fantasiosa fruto da imaginação fértil de algum denodado criador de parábolas exemplares.
Tudo não passa de uma fantasia grotesca, pois a automutilação em animais só aparece como condição patológica, como situações de estresse, doenças de pele, etc. A auto destruição não é uma situação normal em homens ou em animais, e de jeito nenhum pode ser tomada como símbolo de renovação. Quem diz uma bobagem dessas não entende nada de natureza nem de símbolos...
Numa das versões foi acrescentado um detalhe:
Para explicar de que jeito a ave sobrevive nos 150 dias de retiro, explica-se, candidamente, que "as outras aves do bando a alimentam, nesse período".
Isso é impossível: a águia é um animal solitário, não vive em bandos.
Mas que a Lenda é edificante, ah ! isso !
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