Como podemos ajudar nosso filhos na questão dos limites.
No mundo moderno em que vivemos, cheio de informações novas a cada minuto, dar limites aos filhos se torna elemento crucial na sua formação moral e social. Contribuímos para seu caráter e personalidade. Nem preciso lembrar que as crianças de hoje serão os adultos de amanhã e nisto está a nossa grande responsabilidade como pais.
Espero poder contribuir de alguma forma e ajuda-los na suas decisões com essas "Jóias de Grande Valor" nossos filhos e ajam sempre com muito amor.
No mundo moderno em que vivemos, cheio de informações novas a cada minuto, dar limites aos filhos se torna elemento crucial na sua formação moral e social. Contribuímos para seu caráter e personalidade. Nem preciso lembrar que as crianças de hoje serão os adultos de amanhã e nisto está a nossa grande responsabilidade como pais.
Espero poder contribuir de alguma forma e ajuda-los na suas decisões com essas "Jóias de Grande Valor" nossos filhos e ajam sempre com muito amor.
1. Ter capacidade de impor limites ao seu filho é básico.
ex: estabelecer um horário para desligar a televisão;
2. Estabelecer limites, mas também cumpri-los, sem ceder diante da insistência infantil (mania) ou chantagem emocional;
3. Superar a oscilação entre a permissividade (tudo pode); e o autoritarismo (nada pode);
4. Nunca dizer NÃO a um filho sem dizer O PORQUÊ;
5. Não acobertar os ERROS dos filhos;
6.Pensar bem antes de ditar uma Norma ou impor uma Punição;
7. Superar o condicionamento "ESFORÇO – RECOMPENSA – PRÊMIO – CASTIGO". Esta forma de tratamento pode dar resultados imediatos, mas causa dependência e impede o desenvolvimento da autonomia;
8. Falar a verdade para a criança: ela deve obedecer pela evidência de um limite real ou vital (como respeitar a sinalização de trânsito) e não pelo medo;
9. Incentivar o filho a participar de jogos, por quê todos tem regras e limites. Sempre que possível, participar dos jogos;
10. Ajudar os filhos a ter uma postura crítica diante aos meios de comunicação (consumismo, exploração da sexualidade, etc...);
11. Na argumentação com a criança, apegar-se ao fator principal: se forem citados vários argumentos, o principal perde a força;
12. Acreditar nas possibilidades do filho;
13.Desenvolver em casa uma "PEDAGOGIA DE PARTICIPAÇÃO" da criança (nas decisões e nos trabalhos domésticos);
14. Não se sentir inferiorizado ou culpado por ter conflitos na família. O importante é saber enfrentar os conflitos, as contradições e não fazer de conta que não existem;
15. Não se sentir culpado por ficar pouco tempo com o filho;
16. Ajudar os filhos a pensar no sentido da vida. Sem uma perspectiva, corre-se o risco de cair no vale-tudo: oportunismo, violência, drogas, desânimo. A visão que muitos pais tem em relação aos filhos é a de que ou ele será brilhante ou será um Zé ninguém. Os pais precisam ser ajudados a perceber que existe outra alternativa que supera as duas anteriores: a formação de uma pessoa competente e também solidária;
ex: estabelecer um horário para desligar a televisão;
2. Estabelecer limites, mas também cumpri-los, sem ceder diante da insistência infantil (mania) ou chantagem emocional;
3. Superar a oscilação entre a permissividade (tudo pode); e o autoritarismo (nada pode);
4. Nunca dizer NÃO a um filho sem dizer O PORQUÊ;
5. Não acobertar os ERROS dos filhos;
6.Pensar bem antes de ditar uma Norma ou impor uma Punição;
7. Superar o condicionamento "ESFORÇO – RECOMPENSA – PRÊMIO – CASTIGO". Esta forma de tratamento pode dar resultados imediatos, mas causa dependência e impede o desenvolvimento da autonomia;
8. Falar a verdade para a criança: ela deve obedecer pela evidência de um limite real ou vital (como respeitar a sinalização de trânsito) e não pelo medo;
9. Incentivar o filho a participar de jogos, por quê todos tem regras e limites. Sempre que possível, participar dos jogos;
10. Ajudar os filhos a ter uma postura crítica diante aos meios de comunicação (consumismo, exploração da sexualidade, etc...);
11. Na argumentação com a criança, apegar-se ao fator principal: se forem citados vários argumentos, o principal perde a força;
12. Acreditar nas possibilidades do filho;
13.Desenvolver em casa uma "PEDAGOGIA DE PARTICIPAÇÃO" da criança (nas decisões e nos trabalhos domésticos);
14. Não se sentir inferiorizado ou culpado por ter conflitos na família. O importante é saber enfrentar os conflitos, as contradições e não fazer de conta que não existem;
15. Não se sentir culpado por ficar pouco tempo com o filho;
16. Ajudar os filhos a pensar no sentido da vida. Sem uma perspectiva, corre-se o risco de cair no vale-tudo: oportunismo, violência, drogas, desânimo. A visão que muitos pais tem em relação aos filhos é a de que ou ele será brilhante ou será um Zé ninguém. Os pais precisam ser ajudados a perceber que existe outra alternativa que supera as duas anteriores: a formação de uma pessoa competente e também solidária;
E na ESCOLA ?
17. Valorizar a escola e o estudo;
18. Orientar a criança para que ela se preocupe em compreender e não em decorar o que estuda;
Acompanhar sempre a vida escolar do filho e não só quando ele tem nota baixa, encara a avaliação como um processo educativo;
20. Participar da vida da escola (reuniões, conselhos de pais, festas e comemorações);
21. Supervisionar o estudo dos filhos (local, material, horário, etc...) ajudar criar uma sistemática diária de estudos. Não fazer o tema por eles;
Estar preocupado com a qualidade e não só com a quantidade;
23. Apoiar as mudanças da escola; não ficar com saudosismo: no meu tempo...
No caso de dúvida ou conflito em relação a atitudes da escola, procurar primeiro esclarecer com quem de direito na própria escola, antes de fazer comentários depreciativos evitando mal entendidos.
A criança não tem maturidade para decidir o que pode e o que não pode fazer. A imposição de limites é extremamente importante para o seu desenvolvimento, já que lhe traz autonomia e a segurança de saber até onde pode ir. Crianças com excesso de limites serão adultos recalcados e submissos. Deve-se buscar o equilíbrio, orientando-a e guiando-a com bom senso.
17. Valorizar a escola e o estudo;
18. Orientar a criança para que ela se preocupe em compreender e não em decorar o que estuda;
Acompanhar sempre a vida escolar do filho e não só quando ele tem nota baixa, encara a avaliação como um processo educativo;
20. Participar da vida da escola (reuniões, conselhos de pais, festas e comemorações);
21. Supervisionar o estudo dos filhos (local, material, horário, etc...) ajudar criar uma sistemática diária de estudos. Não fazer o tema por eles;
Estar preocupado com a qualidade e não só com a quantidade;
23. Apoiar as mudanças da escola; não ficar com saudosismo: no meu tempo...
No caso de dúvida ou conflito em relação a atitudes da escola, procurar primeiro esclarecer com quem de direito na própria escola, antes de fazer comentários depreciativos evitando mal entendidos.
A criança não tem maturidade para decidir o que pode e o que não pode fazer. A imposição de limites é extremamente importante para o seu desenvolvimento, já que lhe traz autonomia e a segurança de saber até onde pode ir. Crianças com excesso de limites serão adultos recalcados e submissos. Deve-se buscar o equilíbrio, orientando-a e guiando-a com bom senso.
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